Escusado será dizer que a oferta a nível de peixe e marisco é a mais variada possível. Lagosta, perceves, lapa, búzio, sem esquecer as famosas 'bafas' que fazem as delícias dos apreciadores de marisco. O atum fresco, cozinhado em caldeirada, cebolada ou simplesmente grelhado é uma excelente alternativa. A base da cozinha popular cabo-verdiana é o milho que, preparado de diferentes maneiras, acompanha, normalmente, a carne de porco, o feijão, a mandioca e a batata-doce. O mais conhecido e apreciado prato é a 'Katxupa' - a receita nacional, emblemática de Cabo Verde. Porém, existem outros pratos de grande riqueza gastronômica: o 'xerém', cuscuz, djagacida, caldo de peixe, pastéis de milho, etc. Em relação à bebida: o famoso grogue local é o mais apreciado, mas também existem ainda o vinho do fogo e o ponche - 'pontxi' de vários tipos, etc.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
COMIDAS TÍPICAS DE CABO VERDE
Cabo Verde oferece uma variada escolha gastronómica de carácter marítimo e não só.
Escusado será dizer que a oferta a nível de peixe e marisco é a mais variada possível. Lagosta, perceves, lapa, búzio, sem esquecer as famosas 'bafas' que fazem as delícias dos apreciadores de marisco. O atum fresco, cozinhado em caldeirada, cebolada ou simplesmente grelhado é uma excelente alternativa. A base da cozinha popular cabo-verdiana é o milho que, preparado de diferentes maneiras, acompanha, normalmente, a carne de porco, o feijão, a mandioca e a batata-doce. O mais conhecido e apreciado prato é a 'Katxupa' - a receita nacional, emblemática de Cabo Verde. Porém, existem outros pratos de grande riqueza gastronômica: o 'xerém', cuscuz, djagacida, caldo de peixe, pastéis de milho, etc. Em relação à bebida: o famoso grogue local é o mais apreciado, mas também existem ainda o vinho do fogo e o ponche - 'pontxi' de vários tipos, etc.
Escusado será dizer que a oferta a nível de peixe e marisco é a mais variada possível. Lagosta, perceves, lapa, búzio, sem esquecer as famosas 'bafas' que fazem as delícias dos apreciadores de marisco. O atum fresco, cozinhado em caldeirada, cebolada ou simplesmente grelhado é uma excelente alternativa. A base da cozinha popular cabo-verdiana é o milho que, preparado de diferentes maneiras, acompanha, normalmente, a carne de porco, o feijão, a mandioca e a batata-doce. O mais conhecido e apreciado prato é a 'Katxupa' - a receita nacional, emblemática de Cabo Verde. Porém, existem outros pratos de grande riqueza gastronômica: o 'xerém', cuscuz, djagacida, caldo de peixe, pastéis de milho, etc. Em relação à bebida: o famoso grogue local é o mais apreciado, mas também existem ainda o vinho do fogo e o ponche - 'pontxi' de vários tipos, etc.
ASPECTOS SOCIOCULTURAIS DE CABO VERDE
O caso cabo-verdiano pode ser situado no contexto comum das nações africanas, no qual as elites, que questionaram a superioridade racial e cultural europeia e que, em alguns casos, empreenderam uma longa luta armada contra o imperialismo europeu e pela libertação nacional, utilizam hoje o domínio dos códigos ocidentais como principal instrumento de dominação interna.
O povo cabo-verdiano é conhecido por sua musicalidade, bem expressa por manifestações populares como o Carnaval de Mindelo, cuja importância faz com que a cidade seja conhecida nos dias dos festejos momescos como "Brazilim" (ou "pequeno Brasil"). Na música, há diversos géneros musicais próprios, dos quais se destacam a morna, a kizomba, o funaná, a coladeira e o batuque. Cesária Évora foi a cantora cabo-verdiana mais conhecida no mundo, conhecida como a "diva dos pés descalços", pois gostava de se apresentar no palco assim. O sucesso internacional de Cesária Évora fez com que outros artistas cabo-verdianos, ou descendentes de cabo-verdianos nascidos em Portugal, ganhassem maior espaço no mercado musical. Exemplos disso são as cantoras Sara Tavares e Lura.
Outro grande expoente da música tradicional de Cabo Verde foi Antônio Vicente Lopes, mais conhecido como Travadinha.
A localização estratégica de Cabo Verde, no cruzamento das vias aéreas e marítimas meio do Atlântico, tem sido reforçado por melhorias significativas no porto do Mindelo (Porto Grande) e nos aeroportos internacionais do Sal e de Praia. Um novo aeroporto internacional foi inaugurado em Boa Vista em dezembro de 2007 e outro na ilha de São Vicente (Aeroporto de São Pedro) foi inaugurado no final de 2009. As instalações de reparação naval em Mindelo foram abertas em 1983.
Os principais portos são Mindelo e Praia, mas todas as outras ilhas têm instalações portuárias menores. Além do aeroporto internacional de Sal, aeroportos foram construídos em todas as ilhas habitadas. Todos, exceto os aeroportos no Brava e Santo Antão, têm gostam de serviço aéreo regular. O arquipélago tem 3,050 km de estradas, dos quais 1010 km são pavimentadas, a maioria usando paralelepípedos.[20]
As perspectivas econômicas futuras do país dependem fortemente da manutenção dos fluxos de ajuda, do incentivo ao turismo, remessas do exterior, terceirização de trabalho para países africanos vizinhos e o impulso do programa de desenvolvimento do governo
ASPECTOS ECONÔMICOS DE CABO VERDE
A boa governação, uma gestão macroeconómica sólida, a abertura comercial e a maior integração na economia global bem como a adopção de políticas de desenvolvimento social eficazes sustentaram uma notável trajectória de desenvolvimento. O crescimento per capita do produto interno bruto (PIB) real situou-se numa média de 7,1% entre 2005 e 2008, valor bastante acima da média da África Subsariana e dos pequenos estados insulares.
Contudo, a crise financeira global não deixou Cabo Verde incólume. Os desenvolvimentos económicos em Cabo Verde acompanham de perto os desenvolvimentos da Zona Euro. Da mesma forma, o país experimentou uma recessão em 2009, teve uma modesta recuperação registando um crescimento real de 4% em 2011 e, de novo, abrandou desde então. O crescimento do PIB foi estimado em 0,5% para 2013 e em 1% para 2014.
O governo tem-se empenhado em apoiar o crescimento através de um programa ambicioso de investimento público. Contudo, o programa tem um elevado conteúdo de importações e o seu efeito no crescimento, até à data, tem sido limitado. O programa de investimento público é, na sua maioria, financiado por fontes externa e em termos concessionais. O elevado nível de endividamento resultou em persistentes défices fiscais na ordem dos dois dígitos e uma dívida pública que ultrapassa os 100% do PIB.
De 2003 a 2008, a taxa de pobreza nacional per capita baixou de 37% para 27%, enquanto a taxa de pobreza extrema descia de 21% para 12% (utilizando as definições nacionais). O sector do turismo de Cabo Verde, o motor de crescimento do país, tem sido um dos principais responsáveis por estas reduções significativas. De registar o enorme progresso no aumento da prosperidade partilhada. O coeficiente de Gini caiu de 0,55 em 2003 para 0,48 em 2008, enquanto o rendimento dos 40% mais pobres, como uma percentagem do rendimento total, aumentou de 9,9% no mesmo período. Acresce que a percentagem de despesas dos 40% mais pobres no total das despesas aumentou de 7% para 19%, demonstrando que o bem-estar dos 40% mais pobres melhorou consideravelmente
sexta-feira, 29 de maio de 2015
ASPECTOS FÍSICOS DE CABO VERDE
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